REVELAÇÃO

Existe uma revelação natural (At 15,17; 17,27s; Rm 1,18s).

Deus invisível tornou-se visível em Cristo (Ef 1,9; Cl 1,15; 1Tm 1,17; Ex 33,11; Jo 15,14-15; 2Tm 1,10; Tt 3,4).

Manifestou-se para vivermos em comunhão com ele (1Jo 1,2s; Ef 2,18; 2Pd 1,4).

Cristo é o mediador e a plenitude da revelação (Mt 11,27; Jo 1,14.17; 14,6; 17,1-3; 2Cor 3,16; Ef 1,3-14; Hb 1,1s).

Estrutura sacramental da revelação: Deus manifesta-se por palavras (Hb 1,1s; Jo 1,18; 10,34) e por obras (Rm 1,19s; Jo 5,36; 17,4).

A Deus que se revela deve prestar-se a “obediência da fé” (Rm 1,5; 16,26; 2Cor 10,5s).

A revelação é transmitida oralmente (Mt 28,19s; Mc 16,15; At 1,8; Hb 1,1s; 1Cor 15,3; 1Tm 3,16; 2Tm 1,13; 4,17; Gl 2,2) e posta por escrito sob a ação do Espírito Santo, segundo as necessidades litúrgicas, catequéticas e apologéticas da comunidade cristã (Jo 20,31; 2Tm 3,16; 2Pd 1,19-21; 3,15s; At 8,35; Lc 24,47).

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